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Nada mais do que uma mistura de luz e som. Lentamente as nuvens deslizam. O relógio perdido nas entranhas do jacaré faz tic-tac. O verde do meu lado esquerdo se confunde com o azul do lado direito. Afinal, onde estou?
Odeio falar sobre vestibular mas é simplesmente inevitável já que domingo eu vou fazer o primeiro dos muitos que vou prestar ainda esse ano. Pra ser sincera não faço muita questão de passar nesse, porque mesmo que isso aconteça eu não vou cursar; mas me sentiria muito útil se passasse mesmo que em décima quinta chamada.
Descobri que sofro de um problema grave na língua portuguesa: concordância verbal e por isso eu tenho uma boa desculpa pra passar meus dias terminando a Torre Negra. Estudar dias antes da prova, pra que? Agora é só relaxar e o resto que se foda. (AAAAAAAAAAAAAHHHHH QUE ODIOOOO DE MIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMM)
Nunca desejei mais do que um filme como Into The Wild, mas ao saber que era baseado numa história real, o final se tornou tão previsivel…
There is a pleasure in the pathless woods,
There is a rapture on the lonely shore,
There is society, where none intrudes,
By the deep sea, and music in its roar:
I love not man the less, but Nature more,
(Lord Byron)
Quando tudo isso acabar vou pra Patagônia. :B
